bem no meio do olho do teu…

13 04 2009

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(Achei aqui.)
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Mont-in

6 11 2007

monte (in)





“Toda cidade deveria ter um louco na rua para chamar o povo à razão”

18 10 2007

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Há algumas semanas, nós do Palas fizemos uma reunião produtiva e muito calorosa na igreja do Bonfim. Na reunião, discutimos algumas formas de divulgação pro Omelete Cultural, um evento diferenciado que será realizado em Silvânia e está sendo promovido por nós. Queríamos fazer uma divulgação diferente, algo que chamasse a atenção das pessoas, e que as deixassem, no mínimo, intrigadas e curiosas com a situação. Então, pensamos em sair pelas ruas da cidade com as caras pintadas, fazendo barulho e soltando fogos. Ficou decidido entre nós que, quando o evento estivesse próximo, faríamos essa tal divulgação diferente. Alguns duvidaram. Disseram que não teríamos coragem de sair pelas ruas com as caras pintadas. Mas, mesmo assim apoiaram a idéia.

Semanas se passaram, com a proximidade do evento, decidimos que estava na hora de divulgá-lo. Era feriado nacional (lembre-se que estamos no Brasil), uma sexta-feira comum, dia da inauguração do Galetos Bar na praça do rosário, que pela estúpida ocasião estava lotada de gente. Aproveitamos a situação e lá fomos nós, vestidos com a camiseta do omelete e com a cara pintada de branco, simples assim. Saímos pelas ruas de Silvânia, cantando, gritando, declamando poesias, e afinal, divulgando o nosso evento.

As pessoas ficaram espantadas ao nos ver daquele jeito, uns pensavam que éramos palhaços, outros chegaram até a perguntar se aquilo era algum protesto do PT.

Muitos olharam pra gente com ar de reprovação, como se fossemos uns babacas cultos querendo aparecer, mas eu nem me importei; babaca ali são eles, que passam o dia ouvindo porcarias e se entupindo de mediocridade, enquanto deveriam estar preocupados com questões muito mais importantes.

Apesar das críticas e percalços, acredito que essa divulgação foi bastante positiva para o omelete e pra nós do Palas. Afinal, fez mostrar que estamos dispostos a fazer algo pela cultura de Silvânia, e ao contrário de muitos, não estamos ocupados apenas em nascer e morrer.

 





Restless soul, enjoy your youth!

28 09 2007

Ontem, reservei a tarde pra ver o filme do Ferris. Quando o filme terminou, senti uma vontade louca de curtir a vida, simplesmente curtir a vida e só. Com o filme, percebi que a minha vida está ficando séria demais, a minha juventude está ficando pra trás e a cada dia que passa me torno mais adulto. Estou realmente desesperado, mas é justamente esse desespero que me faz acordar. Preciso curtir mais a juventude! Tudo bem, concordo que até tenho tentado, mas ainda é pouco, ainda é muito pouco.

 

 

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Sábado passado, faltei à aula e fui pra Silvânia acampar com os amigos. No começo parecia estar tudo arrumado pro acampamento, era só juntar as tralhas, jogar tudo na carroceria de uma “gaisêra” e se mandar para a lendária praia das bolas-de-fogo. Mas acabou que não deu certo, pois a viagem ficaria muito cara e teriamos que escolher entre pagar o frete ou comprar as cervejas. Nesse ponto, ficamos desanimados e perdemos as esperanças de viajar de gaisêra e de ver um fogo-fátuo em plena madrugada. Mas nem por isso desistimos. Já era tarde, quando surgiu a idéia de acampar no Ginásio Anchieta. Fomos até lá e acabamos conseguindo o local(viva Sônia, viva Pe. Cipriano),montamos o acampamento na mata e passamos a noite lá. O acampamento foi esquisito, muito civilizado pro meu gosto, aliás, foi o primeiro em que não vi ninguém ficando bêbado, e não aconteceu nada de estraordinário. Mas valeu a pena, afinal, passamos a noite no meio de uma mata, fazendo churrasco, bebendo Bohemia em volta de uma fogueira, e cantando músicas dos beatles. Isso realmente não tem preço.

Agora, estamos em busca de algo maior, algo realmente extraordinário. Quem sabe viajar por toda a América do Sul ou simplesmente dar uma chegadinha em Machu Pichu. Aí sim, se tudo der certo terei algo interessante pra contar pros meus netos.

 





Exijo uma explicação!

16 09 2007

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Muito se disse até hoje sobre tudo, pouco se sabe ao certo sobre qualquer coisa, paira sobre o ar uma névoa de dúvidas e uma chuva de teorias mirabolantes sobre o sentido da vida. Partindo desses questionamentos surgiu o Niilismo, uma corrente filosófica que, em seus princípios, acredita que a vida é desprovida de qualquer sentido. Nietzsche, acredita que, renegando os valores metafísicos, redireciona a sua força vital para a destruição da moral. No entanto, após essa destruição, tudo cai no vazio: a vida é desprovida de qualquer sentido, reina o absurdo e o niilista não pode ver outra alternativa senão esperar pela morte.

Suponho que sempre existe uma razão, por isso, acredito que não falta um sentido na vida, o que falta é alguém que o explique. E enquanto este alguém não aparece, somos submetidos a crer que a existência humana possui algum significado e que não estamos aqui por acaso. Não sei quanto a vocês, mas eu fiquei descrente, não tenho acreditado em nada além do que a ciência já provou ser verdade.

Pois é, enquanto Ele não desce aqui pra me explicar o sentido, vou tomar um café, vou me ocupar com algo interessante, e até que a morte chegue permanecerei nessa ilusão, mesmo sabendo que a vida é uma mentira. Aliás, tão bem contada que tem gente que acredita!





A verdade sobre os Cetáceos.

22 08 2007

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“As baleias não assistem televisão.”

Sorte delas, meu amigo. Sorte delas!!!